
Sociedade Brasileira de Dentistas Escritores; Fundada em 20.09.2000, em Caxambu/MG; Idealizador, 1º Presidente e Presidente de Honra: Prof. Dr. Alfredo Campos Pimenta. Sede: Rua Presbítero Porfírio Gomes da Silva,n°1757 – Bloco B - Apt°101 - Capim Macio – Natal/RN - 59.082-420 (84) 9.8808-3545 sbde2000@gmail.com CNPJ Nº 18.927.841/0001-04 Presidente: Dr. Rubens Barros de Azevedo
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
UBE-RN: PALESTRA DE POETA CUBANO
C O N V I T E
O
presidente da União Brasileira de Escritores UBE/RN e o presidente da
Academia Norte-Rio-Grandense de Letras - ANL convidam Vossa Senhoria e
família para assistirem a palestra do poeta cubano Félix Contreras,
intitulada:
Poesia Cubana ontem e hoje.
Data: 28.08.2012 (Terça-feira)
Hora: 19h
Local: Academia Norte-Rio-Grandense de Letras
Rua Mipibu, 443 - Petrópolis
União Brasileira de Escritores - UBE
Eduardo Antonio Gosson
Presidente
Academia Norte-Rio-Grandense de Letras - ANL
Diógenes da Cunha Lima
terça-feira, 21 de agosto de 2012
CONVITE DA UBE-RN
O presidente da União Brasileira de Escritores –
UBE/RN - convida para o lançamento do livro
A TORRE AZUL do amigo e confrade Horácio Paiva,
vol. 03, da Coleção Antônio Pinto de Medeiros (Poesia)
Data: 30.08.2012 (Quinta-feira)
Hora: 18horas
Local:Academia Norte-Rio-Grandense de Letras
Rua Mipibu, 443 – Petrópolis
Eduardo Antonio Gosson
Presidente
domingo, 19 de agosto de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
UBE/RN FEZ 53 ANOS
FELIZ ANIVERSÁRIO! - Texto: Eduardo Gosson*
Ontem,
dia 14 de agosto de 2012 a UBE/RN
completou 53 anos de fundação.
Cronologicamente,
somos a 3ª entidade mais antiga (1ª – IHGRN; 2ª -ANL e 3ª - UBE) Vejamos
um pouco desta história:
1ª
fase. A ideia partiu do jornalista, escritor e
magistrado Edgar Barbosa durante a Semana de Estudos Euclidianos,
promovida em Natal/RN, com o apoio de diversas instituições. Na histórica
reunião de 14 de agosto de 1959, às 20h50min, no IHGRN com a presença do
escritor Umberto Peregrino, Aldo Fernandes, Edgar Barbosa,
Alvamar Furtado, Grimaldi Ribeiro, Dióscoro Vale, Raimundo Nonato e
Manoel Rodrigues. A diretoria aclamada para a organização da UBE
– Secção do Rio Grande do Norte – ficou assim constituída: Raimundo Nonato
– Presidente; Manoel Rodrigues de Melo, Vice-Presidente e Afonso Laurentino –
Secretário . Essa Diretoria Provisória preparou o Estatuto e organizou o
processo eleitoral em 14.11.1959, 03 meses depois, sendo eleitos os
seguintes escritores para o biênio 1960/1961:
(1ª
Diretoria)
Raimundo
Nonato da Silva, Presidente; Paulo
Viveiros, 1º Vice-Presidente; Manoel Rodrigues de Melo, 2º
Vice-Presidente; José Saturnino de Brito, 3º Vice-Presidente; Afonso Laurentino
Ramos, Secretário Geral; Berilo Wanderle, 1º Secretário; Leonardo
Bezerra, 2º Secretário; Antídio de Azevedo, 1º
Tesoureiro; Jaime dos G. Wanderley, 2º Tesoureiro.
Conselho
Fiscal: Câmara Cascudo, Edgar Barbosa, Alvamar Furtado, Esmeraldo
Siqueira e Américo de Oliveira Costa.
Vogais: Antônio
Soares Filho, Vingt-un-Rosado, Jurandir Barroso, Zila Mamede e Veríssimo
de Melo.
Através
de um Comunicado endereçado ao Presidente da UBE nacional, escritor
Peregrino Júnior, datado de 19.11.1959, o presidente da UBE/RN, escritor
Raimundo Nonato da Silva comunica a eleição da 1ª diretoria da entidade,
bem como solicita a filiação da UBE/RN à UBE, com sede no Rio de Janeiro.
Em
21.01.1960 foi fundada uma sub-secção da UBE/RN: Jaime Hipólito Dantas, João
Batista Rodrigues, Vingt-um Rosado e Manoel Leonardo Nogueira.
Outra
curiosidade: o Estatuto tinha 3 tipos de sócios: 1. Sócios Efetivos (fundadores
e efetivos). 2. Sócios Honorários e
3. Sócios Beneméritos.
2ª
fase. Inicia-se com a vinda de Fagundes de
Menezes em 16.11.1984, no Salão dos Grandes Atos da
Fundação José Augusto, na presença de 18 intelectuais. Curioso notar que
a escritora Zila Mamede participou das duas fases, sendo inclusive
Vogal da 1ª Diretoria da UBE (1960/1961) e sócia fundadora na 2ª fase. Outra
curiosidade: Dom Nivaldo Monte também participou das duas fases.
3ª
fase. Inicia-se em 23 de março de 2006 com uma reunião
de reorganização, na sede da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras, contando
com a presença de 08 escritores: Anna Maria Cascudo Barreto, Carlos
Roberto de Miranda Gomes. Eduardo Antônio Gosson, Lívio Oliveira, Pedro Vicente
da Costa Sobrinho, Nelson Patriota, Manoel Onofre de Souza
Júnior e Racine Santos.
Lívio
Oliveira (2006-2007) ficou à frente da entidade por um ano e oito meses quando,
por motivo particular, renunciou ao cargo. Por aclamação, Eduardo Gosson
assumiu a Presidência da Diretoria Provisória, consolidando a entidade em
definitivo (2008-2009). Após o registro da entidade, foi eleito para presidir a
UBE no biênio (2010-2011) e reeleito para o biênio 2012-2013.
(*) Poeta,
preside a UBE/RN.
sábado, 11 de agosto de 2012
PARABÉNS, PAIS ESCRITORES!
AS MÃOS
DO MEU PAI (*)
As tuas mãos têm grossas veias como cordas azuis
sobre um fundo de manchas já cor de terra
— como são belas as tuas mãos —
pelo quanto lidaram, acariciaram ou fremiram
na nobre cólera dos justos...
Porque há nas tuas mãos, meu velho pai,
essa beleza que se chama simplesmente vida.
E, ao entardecer, quando elas repousam
nos braços da tua cadeira predileta,
uma luz parece vir de dentro delas...
Virá dessa chama que pouco a pouco, longamente,
vieste alimentando na terrível solidão do mundo,
como quem junta uns gravetos e tenta acendê-los contra o vento?
Ah, Como os fizeste arder, fulgir,
com o milagre das tuas mãos.
E é, ainda, a vida
que transfigura das tuas mãos nodosas...
essa chama de vida — que transcende a própria vida...
e que os Anjos, um dia, chamarão de alma...
(*) Mário Quintana, Poeta gaúcho:
As tuas mãos têm grossas veias como cordas azuis
sobre um fundo de manchas já cor de terra
— como são belas as tuas mãos —
pelo quanto lidaram, acariciaram ou fremiram
na nobre cólera dos justos...
Porque há nas tuas mãos, meu velho pai,
essa beleza que se chama simplesmente vida.
E, ao entardecer, quando elas repousam
nos braços da tua cadeira predileta,
uma luz parece vir de dentro delas...
Virá dessa chama que pouco a pouco, longamente,
vieste alimentando na terrível solidão do mundo,
como quem junta uns gravetos e tenta acendê-los contra o vento?
Ah, Como os fizeste arder, fulgir,
com o milagre das tuas mãos.
E é, ainda, a vida
que transfigura das tuas mãos nodosas...
essa chama de vida — que transcende a própria vida...
e que os Anjos, um dia, chamarão de alma...
(*) Mário Quintana, Poeta gaúcho:
30.07.1906-Alegrete/05.05.1994-Porto
Alegre
terça-feira, 7 de agosto de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
JORNAL MENSAL DA SBDE - 08.12
NOTÍCIAS
DOS TITULARES
IVAN HAIDAMUS SODRÉ MARQUES/SP
Os Cursos sobre Emergências na Clínica Odontológica e
Atendimento a Pacientes com Doenças Orgânicas, ministrados pelo Confrade no
início de julho foram assistidos por muitos Cirurgiões Dentistas e Acadêmicos
de Odontologia, que ficaram bastante satisfeitos.
Em Natal/RN, o auditório da
Academia Norte-Rio-Grandense de Odontologia, presidida pelo colega, Dr. Cícero
Almeida, recebeu um bom número de participantes, distribuídos em 02 turmas,
pois a sua capacidade é de 70 lugares - foram inscritos 135 pessoas no total,
mas só compareceram 92, nos dias 05 a 07 e 09, 10 e 12.
Todos elogiaram o
conteúdo explicado e, principalmente, a demonstração prática, feita numa
cadeira Gnatus disponibilizada pela empresa Saudental, parceiras dessa
empreitada.
Em João Pessoa/PB, nos
cursos oferecidos no auditório do Conselho Regional de Odontologia (dias 13 e
14), presidido pelo colega Dr. Abraão de Oliveira, tivemos 83
participantes entre Cirurgiões Dentistas, Acadêmicos de Odontologia, ASBs e
TSBs, igualmente satisfeitos com os ensinamentos recebidos, também com parte
prática-demonstrativa em cadeira Gnatus, através da parceira Saudental, que tem
loja local.
A destacar, a preciosa ajuda das Confreiras IRMA NEUMA
COUTINHO RAMOS e Mª NAZARETH XAVIER DE AVELAR (embora acamada incentivou
bastante o evento); o Confrade HAROLDO ESCOREL BORGES compareceu para nos dar
um abraço fraterno e solidário.
A intenção é dar continuidade a esse trabalho,
pois a constatação é a de que há uma imensa carência básica de formação na área
de emergências por parte dos profissionais da Odontologia, bem como do alunado,
uma vez que o tema não consta do currículo pleno das faculdades.
A
realização desses cursos, promovidos e coordenados pela SBDE, foi gratuita, o
que só foi possível graças ao patrocínio das seguintes Instituições: Academia
Norte-Rio-Grandense de Odontologia, Conselho Regional de Odontologia do RN e da
PB; Federação Interestadual dos Odontologistas; Sindicato dos Odontologistas do
RN; Associação dos Docentes da UFRN e as já citadas GNATUS e Saudental.
Em
setembro, o Confrade Ivan estará de volta ao Nordeste, prevendo-se a realização
de cursos em Natal, Parnamirim, Mossoró, Caicó, com o precioso apoio da recente
parceira, a empresa NOVA DFL.
Em
novembro, será a vez de a Paraíba recebê-los, prevendo-se, possivelmente, a
realização em Campina Grande, Patos, Souza, Cajazeiras e outras cidades, com
apoio da Confreira IRMA.
Um livro elaborado pelo
ministrador com todos os temas abordados nos cursos foi oferecido aos
participantes com grande aceitação, pois servirá para consultas
permanentes.
Os interessados em
adquiri-lo poderão procurá-lo nas Lojas da SAUDENTAL (Natal e João Pessoa) ou
mesmo na Academia citada, ao preço de lançamento (R$50,00), considerado
simbólico, tendo em vista o seu precioso e vasto conteúdo, elaborado com muita
pesquisa prática e abalizada - o autor levou 05 anos para prepará-lo.
Eis uma breve apresentação dele: Coordenador dos cursos de Extensão Universitária das
Faculdades Oswaldo Cruz/SP; Professor convidado da Prefeitura de São Paulo para
treinamento e capacitação dos Cirurgiões Dentistas da rede
pública; Residência no Pronto Socorro do Hospital das Clínicas da Faculdade de
Medicina (USP) e do Hospital São Paulo (Escola Paulista de Medicina); Estagiou
nos Hospitais: dos Defeitos da Face; Municipal de São Paulo; de Fraturas da
Lapa; Psiquiátrico Bezerra de Menezes; Há 15 anos ministra cursos no Brasil,
Cuba, Paraguai e Portugal.
A
SBDE sente-se honrada e gratificada pela iniciativa que beneficiou, e ainda
beneficiará um grande número de profissionais e, consequentemente, a população
por eles assistida.
NOTÍCIAS DA SBDE
SARAUTERAPIA
Como não conseguimos resolver o problema
técnico do sinal para transmissão em tempo real desses eventos, pelo menos por
enquanto, está suspensa essa prática.
Lamentamos bastante, pois era
gratificante receber comentários de várias partes do Brasil e até mesmo do
Exterior sobre a recepção das sempre ótimas apresentações desenvolvidas por
vários tipos de manifestações artísticas e literárias.
Quem estiver interessado
em saber como formatar e desenvolver esse trabalho que tantos benefícios trazem
para seus participantes, basta que entre em contato conosco e, prazerosamente,
informaremos; muito temos incentivado para que tal aconteça. Acessem nosso
blog!
MOMENTOS
LITERÁRIOS DOS NOSSOS TALENTOSOS TITULARES
HAROLDO ESCOREL BORGES / PB
Ex-Professor
Catedrático da Universidade Federal da Paraíba,
Titular da Academia Paraibana
de Odontologia
BRASIL DE HOJE
O
Brasil de hoje já foi terra de gente grande! Grande entre os grandes, figura em
constelação o homem que foi estrela brilhante, o Brigadeiro Eduardo Gomes.
Mesmo, por ter sido quem foi seu nome praticamente aparece riscado da História,
embora deva estar grafado em letras de ouro, na História dos Homens de nossa
Pátria.
Eis que o Jornalista Cosme Degenar Drumond decide resgatar a memória
desse nome luminar que, em seu tempo, inscreveu-se como patriótico “Chevalier
sans peur sans réproche”.
O autor trouxe a lume a obra “O Brigadeiro Eduardo
Gomes – trajetória de um herói”, recentemente lançada.
É o relato preciso de um
dos brasileiros que mais honraram a história pátria, pela conduta, pelo
caráter, pelas posições adotadas, sempre em defesa de todos os princípios
éticos, e, sobretudo, pela honestidade nas atitudes relativas ao comportamento
em todos os eventos públicos e/ou particulares assumidos ao longo dos mais de
80 anos de vida, dos quais meio século a serviço da Pátria que idolatrava.
Para
coroar a apresentação da já decantada obra, o escritor Drumond arremata na
contracapa de seu trabalho: Unanimidade
Nacional a despeito dos anos espinhosos que atravessou, sem nunca se dobrar ao
poder ou ao dinheiro... era autoridade moral, a fidelidade aos princípios,
absolutamente inegociáveis.
Mais adiante, o fecho atribuído a jovem
estudante da época, de 22 anos:
Neste
mundo em que há uma necessidade urgente de novos líderes políticos; em que a
democracia está desacreditada; em que o homem se curva ao dinheiro; neste mundo
sem apreço pelas coisas espirituais... (havia) figuras humanas como o
brigadeiro Eduardo Gomes.
Duas vezes candidato à Presidência da República,
não se elegeu porque era sério demais. Voltamos as vistas ao Brasil.
E vemos,
com profunda tristeza, como a ele se aplicam hoje as reprimendas do estudante,
em contraposição às decantadas atitudes e comportamentos do Homem que foi o Marechal-do-Ar
Eduardo Gomes – simplesmente como ele só era conhecido e proclamado: o
Brigadeiro!
JOSÉ ROBERTO
DE MELO / PE
Presidente de Honra da SBDE; Professor da Faculdade de
Odontologia do Recife/PE.
ENEDINA
60 anos passados e esta história ainda me emociona... Enedina era
mocinha e trabalhava na casa de minha mãe como arrumadeira. Era uma
graça!
Eu tinha mais ou menos a sua idade e ela me contava a história dos
seus amores com o rapaz que tocava trombone na banda local.
Eu conhecia o moço,
e lembro que achava esquisito que ele tivesse sardas.
Na época
pensava que sardas fossem coisa apenas de mulher. Me parecia um amor muito puro,
e que devia ir para um casamento feliz.
Mas existia uma tia com quem Enedina vivia
que achava que músico era vagabundo, e era melhor casar com o eletricista cinquentão,
feio, mas que emprestava dinheiro a juros aos colegas da usina onde trabalhava.
E ainda se comentava que ele tinha um hálito pestilento de uma doença crônica
que não sei qual era... Para a tia isto contava ponto: Enedina podia ser uma
viúva remediada mais cedo.
A vontade da velha prevaleceu: casaram a moça com o
velhote. E como não podia deixar de ser, não foram felizes. O tocador de
trombone continuou a ser amado e a juventude cultiva afoitezas.
Logo
contaram ao marido que o músico andava rondando a sua casa, meio afastada junto
de uma turbina geradora de energia, à margem do rio.
Uma mangueira frondosa na
frente da residência escondia os amantes. E foi justamente ali que o marido
traído os surpreendeu.
Partiu para o rapaz de foice em punho e desfechou uma
foiçada que daria para degolar um batalhão inteiro. Tão forte que o moço
desviou-se e o mortífero instrumento cravou-se profundamente no tronco da
árvore. O velhote teve dificuldade de retirá-lo e o moço teve tempo de fugir.
Enedina também desapareceu.
Consta que os amantes embarcaram no trem, na manhã
seguinte partindo para uma vida nova.
Que não sei se foi feliz... Na vila
comentava-se que o marido tinha procurado se aconselhar com seu chefe de
sessão, sobre a possibilidade de ir procurar Enedina, e o superior, homem de
muito saber, tinha lhe recomendado:
- Se
aquiete, criatura! Quem não tem competência, aguenta a galha calado. Não
parece uma daquelas histórias d’A vida
como ela é, de Nelson Rodrigues?
LENILSON
SILVA DE CARVALHO / RN
Ex-Presidente do CRO/RN; Ex-Professor
Titular de Cirurgia Bucomaxilofacial da UFRN.
Eis alguns tópicos do seu ótimo livro PENSAMENTOS, PROVÉRBIOS E AFORISMOS e seus
respectivos temas, acervo da nossa Biblioteca
Creuse Pereira Santos.
FAZER: Eu
não faço quase tudo; eu faço tudo quase... Quase canto, quase danço, quase
sapateio... (LUIZ CARLOS MIÈLE);
Não interessa o que fizeram de mim, mas
interessa o que eu faço daquilo que fizeram de mim. (JEAN-PAUL SARTRE);
O que vale a pena fazer vale a pena terminar.
Se não compensa acabar, de nada vale começar. (BALTASAR MORALES);
Faça o que
puder, com o que você tiver, onde você estiver. (THEODORE ROOSEVELT);
FELICIDADE - Felicidade consiste
em fazer o bem. (ARISTÓTELES);
Ninguém me pode obrigar a ser feliz à sua
maneira. (IMMANUEL KANT);
Junte em ramalhetes as suas felicidades miúdas. (LUIZ
DA CÂMARA CASCUDO);
Agarro hoje o momento de felicidade, pois, amanhã, talvez não
me restem forças! (OMAR KHAYYAM);
Não devemos permitir que alguém saia de nossa
presença sem se sentir melhor e mais feliz! (MADRE TERESA DE CALCUTÁ);
Para
muitas pessoas a felicidade é semelhante a uma bola: querem-na de todo o jeito
e, quando a possuem, dão-lhe um chute... (MÁRIO GLAAB);
Os infelizes são
ingratos: isso faz parte da infelicidade deles. (VICTOR HUGO);
Felicidade não
se acha - se conquista! (LÉA WALDER).
A felicidade é um bem que se multiplica
ao ser dividido. (MAXWELL
MALTZ).
PAULO JOSÉ
MORAES DA SILVA / AL
Professor de Cirurgia
da UFAL - Presidente da Academia Alagoana de Odontologia
MEU SÁBADO NO MERCADO!!! PAULO JOSÉ
O mercado é o
lugar onde mais se encontra gente estranha por metro quadrado. Na verdade, vemos
gente de todas as classes sociais frequentando esse espaço público com
vestimentas simples, sofisticadas, e até de luxo como as granfinas com
motorista e tudo.
Fica até estranho, principalmente quando chove, devido ao
grande lamaçal que se forma e, juntando-se a tudo isso, não é difícil suas
roupas de grife serem abarrotadas de sangue das carnes carregadas por
funcionários dos matadouros, porque elas vão esbarrar nos carregadores de
carnes com a metade de um boi nas costas entregando nos açougues para ser comercializado
para a população.
Aparece gente estranha, viciados em drogas, pedintes,
vendedores de bugigangas, como: cortador de unhas, espelhos, pentes, copos com
adesivos dos clubes de futebol, pilhas e tantas outras coisas por um preço até
mais acessível do que nos poderosos supermercados.
Não só gente estranha, mas
gente de todos os tipos, porque assim como os loucos, os normais também,
eventualmente, precisam abastecer as prateleiras de sua casa. Não sei explicar
se é um reflexo condicionado, vício ou sei lá o quê, mas no dia em que faltamos
a esse ato de compra e venda, ou melhor, de abastecimento de nossa despensa,
fica faltando alguma coisa na nossa vida e a semana não fica completa porque
deixamos de cumprir na agenda de nossa vida um compromisso.
Se houver alguma
espécie de irmandade, com certeza o ponto de encontro é ali junto com
vendedores de tudo que você possa encontrar, ali tem!
O local não é aprazível,
porque existe um descaso do poder público em não investir na estrutura física
desse espaço comercial, mas, mesmo assim, todos os dias da semana é aberto para
a população que, de acordo com sua disponibilidade, escolhe um dia da semana
para se dedicar à sua higiene mental que é comprar e rever seus fregueses
vendedores que, dependendo da amizade, ficam nossos amigos, e se telefonarmos
de nossa casa já encontramos nossas compras organizadas e separadas,
facilitando nosso tempo para resolver outras pendências. Sempre é uma alegria
nossa ida ao mercado porque lá estacionamos nosso veículo e pegamos a relação
com os itens da feira e nos dirigimos ao setor de cereais onde temos como
freguês, o Dr. Cláudio, um misto de advogado, teólogo e comerciante, tendo como
fiel escudeira Dona Gemina que, devido aos incessantes cursos de pós-graduação
que o marido fazia sempre aos sábados, deixou de nos atender pelo menos
temporariamente, creio eu.
Após deixar a lista de mantimentos, vamos nos
dirigir ao galeguinho dos olhos azuis: um sergipano chamado Joel que, com sua
musa Rosângela e suas filhas Thaise e Renata, procuram atender com fidalguia,
sempre nos oferecendo algumas frutas para degustar, quer seja uma fatia de
melancia, uma tangerina, uma fatia de abacaxi e boas conversas.
Deixando essa
barraca de frutas de primeira e bem selecionadas, vamos passando pela Dª Geni,
uma comerciante que atende as minhas irmãs Tânia, Gil e Lia, e sempre nos
cumprimenta com um bom humor. Aliás, nunca a vi com tristeza - junto com seu
marido, são sempre atenciosos.
Seguindo minha peregrinação, encontro Dª Joelma,
verdureira de mão cheia e torcedora do meu glorioso Flamengo, sempre vestindo
uma camisa do rubro-negro carioca. Aí solicito minhas verduras frescas para
meus filhos Juliana e Paulinho.
Saindo da verdura sou sempre chamado pelo
Carlinhos Sibite, que tem esse apelido porque ele não deve pesar mais de 40 kg.
Esse vendedor de ração para passarinhos, exímio conhecedor de aves, sendo
sempre as suas dotadas de melhor canto existente na face da Terra. Há pouco
mais de 2 meses ganhei um galo de campina, pedindo-me que tivesse
paciência com ele, pois ainda era novo, mas logo, logo começaria a cantar.
Já
se passaram 60 dias, e fui perguntar ao mesmo porque o pássaro ainda não cantou
– respondendo a minha pergunta ele disse: - Ainda está compondo para poder
cantar...
Deixo a parte perecível para o final como a carne e o galeto Na carne
tenho afinidade com o Sr. Poló e D. Petrúcia com seus filhos cheios de piadas e
alegria a me venderem seu produto, escolhendo a carne mais mole para os meus
tradicionais bifes. Estendendo minha alegria de higiene mental, dirijo-me ao
setor de queijos e fico a conversar sobre política em Major Izidoro, a terra de
Tilinho, médico-cirurgião geral meu amigo, o qual é prefeito de sua terra
natal.
Este grande mago dos queijos se chama Zé Preto que, junto de sua esposa
Jane, um misto de enfermeira e comerciante, também nos atende junto com suas 03
filhas.
Ali encontro uma mercadoria de primeira como mussarela, coalho, prato,
paio, calabreza e o tradicional queijo de manteiga o famoso “queijo do sertão”.
Após essa peregrinação pelas várias barracas com suas particularidades, não
podemos deixar de falar nos amigos que encontramos fazendo essa trajetória
matinal como Fernando Pedrosa, Sebastião Apratto, Gilson França, meu tio
Eulilian e sua esposa Graça, Paulo de Jesus, coronel PM Roger, meu primo Antônio
Martins, sem falar nos que já se foram ao encontro de Deus, como nossos amigos
Antupatro e Chira, comerciante de bodes, cabras, perus, galinhas e que, após
todas essas compras, me sentava numa aconchegante cadeira a ouvir piadas e
estórias engraçadas contadas pelo mestre dos bodes que, com sua alegria, nos
contagiava e não perdia o bom humor, mesmo sempre acometido de uma dor
intercostal no lado esquerdo do peito.
Eu não cansava de mandar bilhetes para o
Dr. Cid na Santa Casa para que o examinasse. Porém o Chira sempre adiava a sua
consulta, até o dia em que cheguei para sentar na sua cadeira e sua esposa me
disse: - O Chira morreu; sentiu uma dor no peito em casa e morreu na sua cama
não tendo tempo para um socorro médico.
Estive no mercado recentemente, fui à
sua barraca e observei algumas cabras tristes e desanimadas então indaguei: - Estão com saudade das cascas de feijão que
seu vendedor colocava prá elas?
E assim terminava minha feira com saudade
dessas pessoas que fazem parte de minha vida semanalmente, e que para matar
minha saudade os reencontro todos os sábados. E a vida continua...
Ir ao
mercado é um aprendizado salutar, é instrutivo, é educador, é higiene mental e,
sobretudo, aliviador porque descarregamos todo o nosso estresse, porque
encontramos nesse ambiente pessoas humildes, alegres, vendendo seus produtos de
caráter diversificado, não fugindo como de praxe uma consulta e receita em cima
de frutas e verduras, não deixando de fazer um atendimento de improviso, mas
com prazer e muita alegria; na verdade são pessoas que acordam de madrugada por
volta das 04 da manhã à espera dos seus fiéis fregueses, cada um com sua
história a ser contada alegrando e sendo alegrados numa troca recíproca de
cordialidade e gentilezas num mundo cada vez mais selvagem.
LUSOFONIA: EM DEFESA DA NOSSA LÍNGUA
Fonte: www.paulohernandes.pro.br
PALÍNDROMO
É uma palavra ou um número que
se lê da mesma maneira nos dois sentidos, normalmente, da esquerda para a
direita e ao contrário.
Exemplos: OVO, OSSO, RADAR.
O mesmo se aplica às
frases, embora a coincidência seja tanto mais difícil de conseguir quanto maior
a frase; é o caso do conhecido: SOCORRAM-ME, SUBI NO ONIBUS EM MARROCOS.
Diante
do interesse pelo assunto (confesse, já leu a frase ao contrário), tomei a
liberdade de selecionar alguns dos melhores palíndromos da língua de Camões:
-
Anotaram a data da maratona; Assim a
aia ia a missa; A mala nada na lama; A namorada do Manuel leu na moda da
romana; Anil é cor azul; O céu sueco; O
lobo ama o bolo; Zé de Lima Rua Laura mil e dez.
TAUTOLOGIA
É o termo usado para definir um dos
vícios e erros mais comuns de linguagem. (De tão comum as pessoas nem percebem
e usam sempre).
Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com
palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.
O exemplo clássico é o famoso subir para cima ou o descer para baixo.
Mas há outros, como pode ver na lista a seguir:
Elo de ligação; Acabamento
final; Certeza absoluta; Juntamente com;
Expressamente proibido; Em 02 metades iguais; Sintomas indicativos; Há anos
atrás. Vereador da cidade; Outra alternativa; Meio ambiente; Detalhes minuciosos; A razão é porque; Anexo junto à carta; De sua
livre escolha; Superávit positivo; Todos foram unânimes; Conviver junto; Fato
real; Encarar de frente. Multidão de pessoas; Amanhecer o dia; Criação nova; Retornar
de novo; Empréstimo temporário; Surpresa inesperada; Escolha opcional; Planejar
antecipadamente; Abertura inaugural; Continua a permanecer; A última versão
definitiva; Possivelmente poderá ocorrer; Comparecer em pessoa; Gritar bem
alto; Demasiadamente excessivo; A seu
critério pessoal; Exceder em muito.
Note que todas essas repetições são
dispensáveis. Por exemplo, surpresa
inesperada: Existe alguma surpresa
esperada? É óbvio que não! Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias.
Fique atento às expressões que utiliza no seu dia a dia
((Comentário: Isto se
quiser falar e escrever bem, coisa que, em geral, as pessoas não dão muita
importância...)).
MOMENTOS DE
CONSTATAÇÃO
Uma causa que concorre bastante para que o
nosso País esteja desse jeito que todos constatam e lamentam, certamente, é o
nível da educação do povo e/ou a tendência de querer levar vantagem em tudo.
GENTE QUE VOTA
- Olhando uma
casa para alugar, meu irmão perguntou à corretora de imóveis de que lado era o
Norte, porque não queria que o sol o acordasse todas as manhãs.
A corretora
perguntou: "O sol nasce no norte?".
Quando meu irmão explicou que o
sol nasce no Leste (aliás, há um bom tempo isso acontece), ela disse:
-
"Eu não me mantenho atualizada a respeito desse tipo de coisa". Ela
também vota!
- Meu colega e eu estávamos almoçando no restaurante auto-serviço
da empresa, quando ouvimos uma das assistentes administrativas falando a
respeito das queimaduras de sol que ela havia tido, ao ir de carro ao litoral.
Estava num conversível, por isso "não pensou que ficaria queimada, pois o
carro estava em movimento". Ela também vota!
- Minha cunhada tem uma
ferramenta salva-vidas no carro, projetada para cortar o cinto de segurança, se
ela ficar presa nele - só que ela a guarda no porta-malas!!!
Minha cunhada
também vota!
- Pronto! Agora você
já sabe QUEM elege certos políticos...
Fonte: Autor desconhecido - Mensagem
recebida pela internet.
MOMENTOS
DE HUMOR:
BAIANOTERAPIA....
A
mãe do baiano vai viajar pro exterior e pergunta ao filho:
- Quer
que mãinha lhe traga alguma coisa da viagem, meu dengo?
- Ô, minha mãe... Por favor, me traga
um relógio que diz as horas.
- Ué, meu cheiro... E o seu, não diz
não?
- Diz não, mãinha... Eu ainda
tenho de olhar nele pra saber...
(Colaboração do Confrade PAULO JOSÉ
MORAES DA SILVA/AL)
BODAS
DE FERRO
- Um casal de velhinhos fazia 65
anos de casados e foi a um restaurante festejar.
Diz o velhote: -
Minha rainha, onde queres que nos
sentemos? - Aqui, diz a velhinha.
- Princesa, queres um aperitivo? -
Sim, obrigada.
- Meu anjo, o que te
apetece comer?
Ela pede o cardápio e faz o seu
pedido.
- Meu doce, que vinho preferes?
O garçom mal podia acreditar no
que ouvia.
A
senhora foi ao banheiro e ele aproveitou para falar com o velhinho:
- Que coisa
linda! Como o senhor ainda consegue tratar a sua esposa com essas palavras tão
carinhosas ao fim de tantos anos? Rainha, princesa, anjo, doce... Estou admirado!
O velhote olhou o garçom nos olhos e respondeu:
-
Sabe o que é? Eu não consigo me lembrar do nome dessa véia...
((Comentário: Que
maldade!!!))
GESTÃO DE RESULTADOS
Numa cidade do interior, viviam duas mulheres que tinham o mesmo nome: Flávia.
Uma era freira e a outra taxista. Quis o destino que elas morressem no
mesmo dia.
Quando chegaram ao céu São Pedro as esperava.
- O teu nome? - Flávia - A
freira? - Não, a taxista.
São Pedro consultou as suas notas e diz:
- Bem, ganhaste o paraíso. Leva esta túnica
com fios de ouro. Podes entrar.
A seguinte... - O teu nome? - Flávia - A freira? - Sim, eu mesma.
- Bem, ganhaste o paraíso... Leva esta
túnica de linho. Podes entrar.
A religiosa diz: - Desculpe, mas deve haver
algum engano. Eu sou Flávia, a freira!
- Sim, minha filha, e ganhaste o paraíso. Leva esta túnica de linho...
- Não pode ser! Eu conheço a outra Flávia, Senhor. Era taxista, vivia na minha
cidade e era um desastre! Subia as calçadas, batia com o carro todos os dias,
conduzia pessimamente e assustava as pessoas. Nunca mudou, apesar das multas e
repreensões policiais.
E quanto a mim, passei 65 anos pregando todos os domingos
na paróquia. Como é que ela recebe a
túnica com fios de ouro e eu esta?
- Não
há nenhum engano - diz São Pedro. É
que, aqui no céu, adotamos uma gestão mais profissional do que a de vocês lá na
Terra... - Não entendo!
- Eu explico.
Já ouviste falar de Gestão de Resultados? Agora nos orientamos por objetivos, e
observamos que nos últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam.
E cada vez que ela conduzia o táxi, as pessoas rezavam! Resultado é o que
importa. Isso é Gestão de Resultados!
((Comentário: Faz sentido...))
TITULARES ANIVERSARIANTES
ESTE MÊS
03 - MAURO CRUZ;
04 - LUCY DALVA LOPES MAURO;
06 - IVAN
HAIDAMUS SODRÉ MARQUES;
27 - PAULO JOSÉ MORAES DA SILVA
Nobres Titulares:
Congratulações pela especial data! Saúde e paz!
MOMENTOS
DE TROVAS PELO BRASIL AFORA
A Trova é o único
gênero literário exclusivo da Língua Portuguesa! Originária da quadra popular
lusitana encontrou campo fértil no Brasil; só depois de 1950 começou a ser
estudada e difundida literariamente.
Meu coração de
criança
contém duas
cavidades,
numa eu guardo a
esperança,
na outra irei
guardar saudades.
FRANCISCO MACEDO / RN
Por meus
possíveis fracassos
assumo a culpa
sozinho:
se Deus libera os
meus passos,
sou eu que
escolho o caminho.
NEY
DAMASCENO / RJ
Quando afago teus
cabelos,
como o vento afaga a
flor,
tenho a esperança de
vê-los,
brancos, seguidos de
amor.
CARMEN PIO / RS
Vi o poder da união,
num grupo que construía,
em forma de mutirão,
sua própria moradia.
AUROLINA DE CASTRO / AM
Por ter, na medida
justa,
minha fé e minha
igreja,
a noite jamais me
assusta
por mais negra
que ela seja!
SELMA PATTI SPINELLI / SP
Nosso amor é uma
certeza
dentro do meu
coração;
e a luz da
paixão, acesa,
apaga a luz da
razão!...
ISTELA MARINA
GOTELIPE / PR
Confesso, com
desconforto,
que ainda sou seu
vassalo:
- nosso passado
está morto,
mas não consigo
enterrá-lo..
WANDA DE PAULA MOURTHÉ / MG
Fiquei velho a
contragosto,
mas não posso
reclamar.
Se o tempo
amassou meu rosto,
não doeu, foi
devagar.
HUMBERTO DEL MAESTRO / ES
A virtude,
simplesmente,
é um dos dons
abençoado:
reflete o nosso
presente
num espelho do
passado...
REJANE
COSTA / CE
A mais triste solidão
que os seres humanos
têm
é abrir o seu
coração...
Olhar...e não ver
ninguém!
ADEMAR MACEDO / RN
Dei conforto em hora aguda
a tantos (que nem mais sei),
mas na dor só tive ajuda
de mãos que nunca ajudei.
ALONSO ROCHA / PA
a tantos (que nem mais sei),
mas na dor só tive ajuda
de mãos que nunca ajudei.
ALONSO ROCHA / PA
Parabéns,
sempre criativos, talentosos e inspirados
Poetas Trovadores Brasileiros!!!
MOMENTOS DE POESIA
A Poesia (tal e qual a
Arte) está sempre presente no nosso cotidiano - basta que tenhamos a
sensibilidade para percebê-la, deliciando o nosso espírito com as obras que nos
são oferecidas pelos Poetas/Poetisas (e Artistas).
Procuramos sempre destacar e
prestigiar as belas obras e seus respectivos autores.
Assim sendo, apresentamos
nesta edição ótimo exemplo de pura Poesia:
A SECA
Tão longe estamos de
tudo,
Da bonança, da
fartura,
Do pônei de pelos
brancos
Nas campinas
frescas, maduras.
Problema que é
gestado
Em mesa de gente
fina,
Faraós
embriagados
Pelo ouro e
pelas usinas.
Somos restos,
magros, ossudos,
Alienados ao triste
sistema:
Uns passando fome
calados
E outros fazendo
poema.
OBS.: Este poema foi escrito e publicado em um
livro da autora acima citada, em 1996. Tantos anos
já se passaram e ele parece tão atual. Por quê?
MARIÂNGELA FREITAS / RN
MOMENTOS
DE REFLEXÃO
FÁBULA JUDAICA
03 mulheres conversavam ao lado de um poço. Um velho as
escutava.
A 1ª mulher dizia: - Meu filho é muito forte, corre e pula.
A 2ª
dizia: - O meu filho canta como os passarinhos.
A 3ª mulher nada dizia, então o
velho perguntou: - Você não tem filhos?
Ela respondeu: - Tenho, mas ele é um menino normal como todas as crianças.
As
três mulheres pegaram seus potes cheios de água e se foram.
No meio do caminho,
elas pararam para descansar então o velho homem sentou ao lado delas. Logo elas
viram seus filhos voltando para perto delas.
O 1º vinha correndo e
pulando; o 2º vinha cantando lindas canções. O 3º não vinha pulando nem
cantando, ele correu em direção à sua mãe e pegou o pote cheio de água e levou
para casa.
As 03 mulheres perguntaram para o velho homem:
- O que o senhor
achou dos nossos filhos? E o homem respondeu:
- Realmente, eu acabei de ver 03 meninos, mas vi apenas 01 filho.
(Colaboração
do Confrade HUGO VIEIRA DE MELO DEGANI/RJ).
MENSAGEM DA PRESIDÊNCIA
Continuamos
o nosso trabalho de expansão e reconhecimento da grandeza da nossa SBDE, granjeando
o respeito que ela merece, tendo em vista os seus valorosos componentes.
Conclamamos a todos para se engajarem nessa missão que muito nos beneficiará.
Participem deste Jornal e divulguem da melhor maneira que puderem a nossa
Instituição, seja portando orgulhosamente o nosso distintivo, ou informando a
condição de Titular nas solenidades a que comparecerem.
Todos agradeceremos.
Fiquem
bem! Até para o mês!!!
Fraternal
abraço SBDEano!
Rubens
Barros de Azevedo – Presidente
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