quinta-feira, 30 de junho de 2022

JULHO DE 2022 - ANEXO AO JORNAL MENSAL - O SBDEANO


      


EIS  O TALENTO  LITERÁRIO

DE   TITULARES  E  HONORÁRIOS

 

ADELMO FARIAS BARBOSA - Maceió/AL

Professor Aposentado da UFAL – Universidade Federal de Alagoas: Periodontia, Clínica Integrada e Odontologia  Geriátrica.

A ODONTOLOGIA EM ALAGOAS

- Sua Origem e Consolidação -

Do seu livro: Histórias da Odontologia Alagoana

Editora: UFAL/1991.

 

O ensino superior no Estado de Alagoas nasceu pelas mãos da Igreja Católica, através do Seminário Diocesano, fundado em 1902, 02 anos depois da criação da Diocese do Estado, com os cursos de Filosofia e Teologia, instalados inicialmente no convento de São Francisco de Assis, em Marechal Deodoro, antiga Capital do Estado.

Alguns anos após, o Seminário foi transferido para o Alto do Jacutinga, hoje Bairro do Farol, em Maceió, onde fora construído um prédio especialmente para seu funcionamento.

Assim, já no início desse século, encontrava-se funcionando em Alagoas 02 cursos nesse 1º centro de educação superior sob a égide da Igreja Católica. É, pois, pelas mãos da Igreja Católica que nasceu nas Alagoas a Educação Superior.

Em 1916, surgiu a 2ª instituição com característica pós-secundária, a Academia de Ciências Comerciais, criada sob os auspícios da Sociedade Perseverança e Auxílio dos Empregados no Comércio de Maceió.

Chegando até 1924, sem outra alternativa de educação superior, além da oferecida pela Igreja e pelo comércio, Maceió seria saudada, naquele ano, por uma nova iniciativa, desta feita bem diversa das anteriores com o surgimento da Escola de Agronomia de Alagoas, com o início de suas aulas no dia 02 de abril de 1924, funcionando no palacete da Perseverança; entretanto, sem o apoio público para o desenvolvimento do empreendimento, a iniciativa não prosperou e logo veio a encerrar suas atividades.

No início da década de 30, surgiu a Faculdade Livre de Direito de Alagoas, através do Decreto nº 1530 de 18/08/1931, funcionando nas dependências do Liceu Alagoano, instituição educacional pública de ensino secundário daquela época, sendo reconhecida oficialmente somente em 1933 pelo Decreto 1745, de 25/02/1933, passando a se chamar Faculdade de Direito de Alagoas (FDA), tendo seu corpo administrativo, seus docentes e servidores nomeados pelo governo, através de ato público passando a funcionar em prédio próprio, especialmente construído para ela, no centro de Maceió, situado na Praça do Montepio dos Artistas, a partir de setembro de 1934.

Foi então em janeiro de 1932, que se criou o 1º Curso de Odontologia no Estado de Alagoas, a Faculdade Livre de Odontologia e Farmácia, seguida, logo no mês subsequente, da Escola de Agronomia e Comércio de Alagoas, depois denominada Escola de Agricultura, ambas sem qualquer estrutura, a partir da qual pudessem se desenvolver e sem o mesmo respaldo político que fora emprestado à Faculdade de Direito, elas nasceram já fadadas ao fracasso.

Entretanto, graças à tenacidade e persistência do Sr. Agostinho Benedito de Oliveira (homem de origem humilde, pois foi sargento-músico da Polícia Militar, contínuo e amanuense do Liceu Alagoano, tido como um obstinado em fazer nascer Faculdades naquela época), a de Farmácia e Odontologia voltou a funcionar, iniciando suas aulas em 23.04.1935 (Jornal de Alagoas, 23/04/1935).

Fundada como as outras sem infraestrutura, começou a funcionar com o pomposo nome de Academia no prédio da Escola Normal, então situado na Rua João Pessoa, antiga Rua do Sol, no local onde hoje se encontra o Grupo Escolar Fernandes Lima. Depois, a falta de prédio próprio levou a escola para a Rua do Macena, atual Cincinato Pinto, para um prédio situado no local onde atualmente funciona a Delegacia de Plantão; finalmente, ainda sem teto, iria funcionar no prédio da Faculdade de Direito de Alagoas, em período noturno, conforme se pode constatar pelas atas da Congregação dessa Faculdade.

Sua maior dificuldade inicial, porém, foi mesmo a carência de candidatos habilitados para ingressar em seus cursos; embora nessa época já tivesse em vigor a reforma do ensino secundário, feita por Decreto de abril de 1931 e consolidada por outro, em abril do ano seguinte, estabelecendo a exclusividade do curso seriado e a exigência de sua conclusão para acesso às Faculdades. Até então, imperava o sistema de “preparatórios” e de exames parcelados para o ingresso no Ensino Superior (ROMANELLI, 1989), sendo necessário para ingressar nesses cursos, serem aprovados naqueles antigos e tradicionais exames, além de arcar com os custos de um curso superior. Assim, a maior parte daqueles poucos alagoanos que tinham condições de se submeter aos cursos preparatórios ou serem aprovados nos exames parcelados e, em seguida, arcar com os custos de um curso superior, se já não estavam estudando fora, vinham dando preferência ao Curso de Direito, pelo significado simbólico de que se reveste o seu diploma.

A direção da Escola de Odontologia, porém, não se dando por vencida, logo buscou contornar o problema através de um expediente que, aliás, já fora também utilizado pela Faculdade de Direito, e que consistia na admissão de alunos sem os pré-requisitos formais, procedimento este que, mesmo em Alagoas, evidentemente iria lhe trazer grandes e intransponíveis problemas no futuro, já que o controle do ensino superior era da alçada do Governo Federal.

Quanto à Academia de Farmácia e Odontologia, já em 1937 fora oficializada com o seu nome mudado para Escola de Farmácia e Odontologia. Embora tivesse conseguido formar naquele ano sua 1ª turma de 30 Dentistas e 15 Farmacêuticos-Químicos, encontrava-se, passados apenas três anos de sua fundação, engolfada em problemas administrativos de toda ordem, sendo o principal deles a existência de muitos alunos ilegalmente matriculados. Esses problemas, porém, não impediram que ela tivesse sido estadualizada pelo Governo junto à Faculdade de Direito e passasse, assim, a gozar dos privilégios da chancela integral do poder público estadual e da confiança dos estudantes que, vendo-a sob o manto oficial, acreditavam na eficácia jurídica de seus futuros diplomas, pelo menos no âmbito do Estado.

A Lei de Desacumulação (Artigo 177 da Constituição do Estado Novo, de 10/11/1937), determinava a impossibilidade de que se tivesse mais de um emprego público, impondo aos que, a partir de sua vigência, estivessem legalmente acumulando postos, que se demitissem de um deles por livre escolha. Essa determinação atingia boa parte dos docentes da Escola de Farmácia e Odontologia e da Faculdade de Direito, o que levou suas Congregações, ainda no final do mesmo ano, a solicitar sua desestadualização, permitindo assim que todos permanecessem em suas Cátedras (cargos que davam prestígio pessoal e profissional), acumulando essa função com outra de natureza pública.

Mesmo estando desestadualizadas, as escolas continuariam, porém, por força dos Decretos (Decreto Estadual nº 2365, noticiado pelo Jornal de Alagoas de 31/05/1938) que as fizeram retornar à condição de Instituições particulares, a gozar do principal privilégio que motivara sua estadualização anteriormente, ou seja, a garantia de que o Governo do Estado prestaria às Faculdades o auxílio que fosse necessário à sua manutenção e funcionamento, tal como consta, literalmente, daqueles diplomas legais.

No início da década de 40, passada a febre de fundação das escolas, o ciclo de experiências fracassadas, iria se encerrar com a dissolução da escola de Farmácia e Odontologia. Tendo sido incapaz de sanar seus “erros de origem”, que cada vez mais se agravaram nos anos seguintes, e não resistindo a uma inspeção externa, mesmo estadualizada, foi fechada em 1941 pelo Interventor Federal, tendo seus diplomados que buscar outras instituições para revalidar seus títulos.

A partir da década de 50, várias outras Faculdades foram criadas, a exemplo das: Faculdade de Medicina, Faculdade de Filosofia, Faculdade de Ciências Econômicas, Escola de Engenharia, entre outras e esse ciclo de criação de Faculdades foi finalmente fechado com a fundação de mais duas e, por mais incrível que pudesse parecer aos menos avisados, ambas de Odontologia.

Essas iniciativas se sucederam uma imediatamente depois da outra, quando as quatro Faculdades criadas na 1ª metade da década já se encontravam em pleno funcionamento, duas delas inclusive, com seus cursos devidamente reconhecidos pelo MEC, e uma já com sua   1ª turma diplomada. De fato, além do curso de Medicina, cujo reconhecimento se dera em outubro de 1953, os cursos ministrados pela Faculdade de Filosofia gozavam também das mesmas prerrogativas desde dezembro de 1954, ano em que se formara sua 1ª turma de bacharéis. Tamanho sucesso era, sem dúvida, um estímulo a encorajar dois empreendimentos paralelos.

Assim, a Faculdade de Odontologia de Alagoas seria criada oficialmente em julho de 1955, seguida logo em janeiro de 1956, pela Faculdade de Odontologia de Maceió. A compreensão mais aprofundada, porém, porque essas iniciativas se deram na mesma área, praticamente na mesma época, e com um meio tão limitado de possibilidades para o sucesso de ambas, só se torna possível se tivermos em conta as peculiaridades locais.

Só o rastreamento da trajetória percorrida pelas duas escolas e da forma como os fatos são relatados pode nos fornecer os meios para alcançar uma explicação mais clara e menos simplificada do fenômeno. Parece clara, na maneira como é relatado o encaminhamento dos pleitos iniciais para a criação de ambas, a presença de um forte clima de confrontação, como poderia sugerir que a presença de duas iniciativas paralelas tivesse se originado antes de tudo de posições políticas antagônicas ou fosse, ao menos, por elas sido influenciada. O destaque, em um relato, à interferência político-partidária explica em favor de apenas uma delas ter apoio a essa proposição. Enquanto nessa versão uma das escolas é apresentada como tendo se firmado pelos próprios méritos, a outra parece ter surgido e se consolidado como resultado de apadrinhamentos políticos fortes que chegaram a envolver até a interferência pessoal do Presidente da República da época (Gama,R. e Silva, W. 1982).

A análise mais detida, porém, dos desdobramentos na caminhada das duas, leva a outra conclusão. Examinando as datas em que cada uma das escolas surgiu e obteve sua autorização de funcionamento, percebe-se claramente a corrida de uma no encalço da outra, numa aposta clara de quem chegaria primeiro para conquistar o mesmo mercado carente de recursos e, por isso mesmo, bastante restrito.                  

De fato, se na corrida pela criação a diferença foi cerca de 07 meses, na conquista da autorização para funcionar, a distância se reduziu bastante. Embora a Faculdade de Odontologia de Alagoas continuasse na frente, com o placet do MEC sendo concedido em janeiro de 1957, a Faculdade de Odontologia de Maceió conseguiria reduzir sua desvantagem inicial para apenas 03 meses, conseguindo a mesma prerrogativa da sua concorrente em abril do mesmo ano. Todavia, para o êxito nessa disputa, a intercessão de padrinhos políticos seria um elemento fundamental, a questão político-partidária nesse caso deve ser vista muito mais como uma consequência do surgimento e da necessidade de consolidação das duas Faculdades indistintamente.                             

Na verdade, o que esteve em jogo desde o início foi a presença de interesses bem particulares, que a história futura iria confirmar.

Já no decorrer do 1º ano de funcionamento, tornava-se cada vez mais clara a inviabilidade dos dois cursos em Maceió para formar o mesmo tipo de profissional. O bom senso de alguns professores logo passou a sugerir a única ideia que deveria ter prevalecido desde o início, ou seja, a fusão das duas escolas em um só organismo, para que crescesse forte e saudável uma única instituição educacional. Tendo sido imediatamente encaminhadas para aqueles docentes algumas providências nesse sentido, as bases para os entendimentos, embora “em clima nem sempre de compreensão”, logo se encarregaram de explicar as verdadeiras razões para o paralelismo de iniciativas e para sua permanência. Já na 1ª reunião conjunta para estudar a possibilidade de unificação, dos quatro pontos estabelecidos como base para o acordo, apenas um dizia respeito à instituição que por acaso viesse a surgir.

Os outros três eram “a divisão equitativa das diversas cadeiras do curso, o estudo da possibilidade do desdobramento de algumas cadeiras e o aproveitamento como assistentes dos professores não contemplados com cadeiras”, numa demonstração clara de que, até para os mais esclarecidos, a fusão poderia ser feita desde que não fossem feridos interesses individuais estabelecidos.

Como um arranjo dessa natureza logo se evidenciou inexequível, a existência de 02 escolas foi se arrastando de forma precária até o final da década. Nem mesmo “a necessidade da própria comunidade, que através de representativas figuras, se fez presente nos entendimentos havidos” e que não foram poucos, foi suficiente para ultrapassar a defesa de alguns privilégios pessoais que, com a unificação, corriam o risco de serem eliminados.

Em 1959, transcorridos 03 anos de conversações, ainda que a maioria absoluta dos professores já concordasse através de documento escrito com a fusão, mesmo assim ela não se efetivava. Só a declaração do Diretor de Ensino Superior do MEC, feita no início de 1960, de que a fusão seria uma condição fundamental para a criação da Universidade Federal de Alagoas, forçou finalmente um acordo. Esse, contudo, chegou ao final do ano sem que tivesse sido posto em prática, motivando inclusive, uma greve conjunta dos estudantes das duas escolas. Prevaleciam ainda algumas posições de poder, sobretudo da parte da direção de uma das Faculdades, que na prática tornava inexequível a fusão.

Embora sob outra forma, esses fatos na verdade reeditavam o mesmo que já havia ocorrido há quase 30 anos, quando a Faculdade de Direito quase se tornava também inviável pela prevalência de interesses tão privados quanto os que nesse caso teimavam em se impor. Afinal, a perda de posição de catedrático, que tradicionalmente sempre fora ocupada pelos elementos mais prestigiados da velha oligarquia alagoana e que, representava o marco de uma distinção social inestimável, continuava sendo ainda, no caso dos odontólogos tanto quanto fora no dos bacharéis em Direito, algo praticamente impossível de ser concebido.

Pois bem, já no final dos anos 50, as 02 escolas de Odontologia ainda se revolviam em meio aos seus problemas de natureza interna. A próxima etapa seria a criação de uma “Universidade”, a exemplo do que vinha ocorrendo há algum tempo no resto do País. Fato este que se concretizou em 25.01.1961 sob a égide do Governo Federal com a criação da Universidade Federal de Alagoas, ocasião em que a Faculdade de Odontologia oficialmente foi incluída no rol dos seus cursos.

 

ANDREIA PERLINGEIRO BASTOS  - Rio de Janeiro/RJ

Autora dos Livros: Esculpindo Faces e Esculpindo Faces: Bioestimuladores; Mestre em Healthcare Management - Miami College/EUA; Membro do Comitê de Artigos da Sociedade Brasileira de Toxina Botulínica e Implantes Faciais em Odontologia (SBTI); Especialista em Harmonização Orofacial.



 

ANÍSIO LIMA DA SILVA - Campo Grande/MS

1º Tesoureiro da SBDE; Professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

MOSCAS  E  SABUJOS

Podres poderes! Pobres, podeis!

                  A cerca de dois metros à frente, a senadora parecia se ocupar calmamente do celular, enquanto um enxame de assessoras a cercava como moscas.

Talvez estivessem tratando de estratégias de campanha.

Não esperei nem desejei que me reconhecesse, ainda que houvesse tratado com ela algumas vezes, por conta de meu cargo como dirigente classista.

A fila para o embarque arrastava-se devagar, e então a senadora virou e me dirigiu a palavra.

Certamente não se recordou de mim, e apenas viu um possível eleitor. Não me lembro das poucas palavras que trocamos antes que uma das “moscas esvoaçantes” acintosamente, trocou de lugar com a senadora, interpondo-se entre nós, numa demonstração de sabujismo indecoroso a marcar território.

Proteger a personalidade de inconvenientes deveria ser a missão dessas moscas assanhadas! Alguns anos depois, frequentávamos a mesma Academia e, esporadicamente, via a senadora.

A proprietária a levava para uma sala separada dos demais clientes, aparentemente para afastá-la do contato indesejável com eleitores no interregno das eleições. Jamais percebi qualquer tipo de assédio à outrora influente personalidade política, mas aquela atitude me intrigava.

De súbito, numa manhã nos defrontamos no corredor e eu, por cortesia às duas senhoras, uma em idade mais avançada que a minha, aguardei ao lado. 

Houve um momentâneo desencontro até que ambas passaram. E então ouvi o comentário, baixinho, da proprietária: - Coitado!, como se minha atitude tivesse sido motivada pela presença da autoridade, e não pela educação. A senadora perdeu a eleição e a Academia, o cliente!

       D’outra feita, um político me abordou com panfletos. Já estivera com ele várias vezes, mas talvez no afã dos últimos dias da campanha, não me reconheceu.

Apresentou-se como candidato a deputado, ao que lhe respondi que não precisava se apresentar, pois o conhecia. Foi eleito, mas não lhe prometi nem lhe dediquei o voto.

       No aeroporto, ao lado de um aluno, esperava para receber um professor visitante que nos brindaria com palestras na jornada acadêmica, quando o candidato a governo, talvez exasperado pelos últimos números da campanha, desembarcou no saguão, rodeado de “sabujos e moscas”.

Cumprimentou apenas um médico e meu aluno, que com ele conversava, ignorando as outras cerca de 30 pessoas no ambiente. Ouvi um único e irônico comentário, sobre a pressa do candidato e de seus assessores. Trinta votos lhe fizeram falta!

       Sentem-se traídos pelos eleitores, mas não se misturam ao povo no regresso pra casa!

Afinal, Todo poder emana....  Ulisses, Ulisses!

 

ANTÔNIO INÁCIO RIBEIRO - Guarapari / ES

Honorário – Diretor de Divulgação; Especialista em Marketing (PUC); Master Business Administration (FGV)

Administrador (Universidade Mackenzie); Titular da Academia Guarapariense de Letras e Artes. Cronista aos domingo em:

https://www.folhaonline.es/category/antonio-ribeiro/@museuguarapari ·  Museu de história.

POR QUE TANTOS PRÉDIOS PÚBLICOS ESTÃO ABANDONADOS OU SEM USO EM GUARAPARI?



Depois de décadas de abandono o Radium Hotel, cartão postal na Praia da Areia Preta e símbolo da Cidade Saúde de Guarapari, ganhou pintura nova e dizem que tem projeto de utilização para cursos ligados a turismo e hotelaria. Tomara!

Outro patrimônio do Estado, que estava cedido em comodato para a Prefeitura, como o famoso hotel, é o prédio da antiga delegacia, que há mais de dez anos está abandonado e que agora foi devolvido para seu antigo dono.

Triste nestes casos é que em quase todos eles, não há manutenção, e a ação do tempo se faz presente, a começar pelos telhados cuja madeira apodrece, caem as telhas e se iniciam infiltrações e goteiras que irão corroê-lo.

EDUARDO  DE  SOUZA  -  Rio  Branco / AC

Honorário - Cirurgião-Dentista - Natalense    Cinéfilo.

O DIA EM QUE A TERRA PAROU (1951)

The Day the Earth Stood Still

Avaliação do Público: 7.7

Classificado entre os 10 maiores filmes de ficção científica, O DIA EM QUE A TERRA PAROU, foi dirigido por Robert Wise, que aceitou fazer esse trabalho porque, particularmente, acreditava em OVNI´S, e também pela mensagem antimilitar.

A chegada inesperada de uma nave desconhecida na Capital americana, causa um enorme alvoroço na população, alimentada por rumores alarmistas de ameaças que não são exatamente confirmadas.

Boatos e falsas premissas sobre fatos com potencial de polêmicas, SEMPRE vagueiam por mentes humanas, desde tempos imemoriais.

Os danos causados por fake news de hoje em dia, aqui são mostradas num filme de 1951, apresentando uma atualidade impressionante.

A espaçonave detectada por radares militares, desencadeia uma reação típica de defesa, em grande parte exagerada, com uma forte força do Exército indo ao seu encontro com intenções belicistas, sem nem a menos saber as reais intenções dos extraterrestres.

Ao desembarcar da nave, sem mostrar hostilidade, e proclamando que vinha em paz, um habitante estrangeiro é ferido por um disparo feito por um soldado despreparado, e levado a um hospital militar, onde é interrogado por um membro do governo federal.

Se identificando pelo curioso nome de Klaatu, ele anuncia que gostaria de encontrar os líderes da Terra para um encontro e passar sua mensagem não beligerante, mas é desaconselhado a tal, pois seu interlocutor avisa que isso é impossível naquele momento de tensões vividas pelos povos da Terra. A guerra fria e suas mazelas estavam no auge.

Numa cena, onde uma aglomeração se forma em torno da nave estacionada, as pessoas mostram paradoxalmente, uma curiosidade que oculta o medo do inesperado.

Klaatu, disfarçado, está entre eles sem que eles o saibam, e ao ser entrevistado por um repórter que fazia enquetes no local, sobre o que achava daquela situação, ele esboça uma resposta inteligente, ao questionar o porquê das pessoas colocarem o medo em lugar da razão.

O jornalista encerra de imediato seu discurso, numa reação de completa idiotice, pois palavras sábias iriam atrapalhar, num ambiente em que a imprensa teria mais audiência, se o medo fosse mantido nas mentes desavisadas.

A película transmite anúncios pacifistas, numa atmosfera onde o militarismo do atirar primeiro e perguntar depois, nega atitudes ou pensamentos de cunho racionais.

FLÁVIO HILDEMBERG DA SILVA GAMELEIRA

Titular – Natal/RN

Gestor Ambiental - Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA/UFRN); Servidor Técnico-Administrativo da UFRN e Pesquisador de temas ligados à História, Cultura, Meio Ambiente e Religiosidade.

 

Vejam a entrevista feita pela Fundação Vingt-un Rosado (Mossoró/RN) com o nosso Titular sobre o livro, já aqui focalizado, a respeito da trajetória do Padre João Maria, hoje, santo potiguar!

https://colecaomossoroense.org.br/site/2022/06/22/fundacao-vingt-un-rosado-entrevista-escritor-da-obra-sobre-a-trajetoria-do-santo-potiguar/

Obs.:  O livro está disponível, mediante contato direto com o Autor:  fhildemberg@hotmail.com


GIVALDO SOARES DA SILVA – Natal/RN

Honorário – Ex-Professor da U.F.R.N.

MÚSICA E TAI CHI CHUAN NO COMBATE

AO ESTRESSE E À DEPRESSÃO

A música entra pelos ouvidos, chega ao cérebro e depois atinge o coração. Ela tem uma ligação com o corpo físico, emocional e espiritual. Todos nós temos uma memória musical, que está em nossa mente para sempre.

Fiz uma experiência musical que melhorou muito minha saúde física, mental e emocional. Realizei uma "linha do tempo" da música popular brasileira nos anos de 1900 a 1970. Ouvi as melhores canções dos 16 principais cantores desse período, na sequência:              * Vicente Celestino;  * Francisco Alves; * Sílvio Caldas;    * Orlando Silva; * Carlos Galhardo; * Nelson Gonçalves;  * Gilberto Silva; * Dick Farney; * Lúcio Alves; * Cauby Peixoto; * Luiz Gonzaga; * João Gilberto; * Roberto Carlos; * Gilberto Gil; * Caetano Veloso e Chico Buarque.

Esta linha do tempo musical foi para mim uma experiência fantástica. Aos 86 anos de idade, ouvi as músicas que, quando jovem, na minha querida cidade de Lagoa dos Gatos/PE, eram sucesso musical.

Nunca imaginei que as músicas que eu ouvia há 70 anos estivessem tão vivas em minha memória. Foi emocionante porque, sem imaginar, fiz uma psicanálise usando a Musicoterapia. Veja como isto ocorreu:

Dediquei minha vida à Odontologia. Trabalhei como Protético durante 12 anos, e como Cirurgião-Dentista no curso de 54 anos. Desta labuta tão longa, ao deixar a profissão em função da aposentadoria, saí com duas lesões coxofemorais, que me causavam muitas dores nos quadris, não me deixando dormir. A indicação era cirúrgica, mas, em virtude da idade, fiz opção de não a realizar.

Pela graça de Deus, surgiu uma luz no final do túnel. Me lembrei do Tai Chi Chuan que praticava quando jovem.

É uma prática milenar que nasceu na China como arte marcial, mas atualmente é mais conhecida como forma de meditação e de atividade física. Tem baixo impacto, evita a perda de massa muscular, mantém o equilíbrio e a flexibilidade. Tudo isso com movimentação lenta e respiração profunda. A prática exige silêncio, concentração e atenção plena.

Em função das lesões nos quadris, passei a praticar o tai chi chuan em cima da cama, em casa, sem nenhum custo de qualquer ordem.

Minha neta Larissa Soares Fernandes, com seu bom humor, logo denominou esta modalidade improvisada como "tai chi tupi".

Pratico todos os dias, pela manhã e à tarde, com movimentação dos membros superiores e estiramentos ou alongamentos nos membros inferiores. Sempre com apoio da musicoterapia.

Com este método, consegui controlar as dores nos quadris e fugi do estresse e da depressão.

Este depoimento tem como objetivo principal estimular as pessoas idosas à prática do "tai chi tupi" com apoio da musicoterapia, estimulando a fuga do sedentarismo, que é o maior inimigo dos idosos.

O sedentarismo facilita as quedas, estimula a obesidade e aumenta a pressão arterial, mas com essa estratégia, a qualidade de vida de todos nós pode aumentar sensivelmente.


IRISLENE  CASTELO  BRANCO  MORATO

Belo Horizonte / MG – Titular da Academia  Mineira Feminina  de  Letras; Presidente Coordenadora da AJEB–MG {Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil}

Eis o convite para acessar todas as suas atividades:

https://irislenemorato.com

LUIZ MANOEL DE FREITAS -  Natal / RN – Titular  Idealizador  /  Superintendente  Técnico  do PROJETO  REVIVER  (Parceiro da SBDE).

MINHA  META: VIVER  EM  PAZ!

 Um dia eu disse a mim mesmo que o mundo, aqui me referindo à humanidade, ou seja, ao homem, não roubaria a minha proposta de ser feliz, sereno batalhador, que assumi a minha própria defesa, que me armei com afiadas espadas e metálicas vestimentas, e por isso fui considerado agressivo.

Foi necessário, não o fiz por prazer, mas porque se assim não fosse, seria eu... ou o mundo.

Enfrentei, gritei alto, subi montanhas, atravessei oceanos. Nadei e, algumas vezes, quase morri na praia.

Hoje estou aqui, não permiti que me bloqueassem e me impedissem de atingir meus objetivos e alcançasse minhas metas, pequenas, podem até ser, aparentemente insignificantes, mas somadas me deram a oportunidade que queria para alcançar a meta maior: Ter um coração sereno.

Foi longa, ou quem sabe, ainda seja longa a caminhada, pois, apesar de entender e me sentir satisfeito com a consecução dos objetivos e com a meta maior, que é o resultado de uma soma, da amarração de laços de várias outras ínfimas metas, talvez... eu tenha conseguido, e agora, desfrutando plenamente do resultado, e satisfeito com o produto colhido, brotado da minha plantação, sinto, e com muita certeza, que valeu a pena o meu semeio, e a minha luta para espantar os espantalhos que se apresentavam, e tentavam impedir os meus sonhos de semear as minhas sementes.

Foram sonhos sonhados, porém, realidade se tornaram, porque não sonhei sozinho e, ao meu lado, sempre existiram anjos que com suas lanças me ajudavam a expulsar os demônios.

Durante algum tempo, pensei que o ódio, a raiva, a revolta, o orgulho e até a vaidade, nunca a inveja e nem o egoísmo, seriam meus escudos, mas, em tempo, descobri estar no caminho errado, por isso cortei caminhos, passei por veredas e trilhas e, quando encontrei a bifurcação, assumi a direção certa e trilhei a estrada que me conduziu onde queria e precisava chegar.

Ainda enfrentei obstáculos, aliás, ainda enfrento, mas já não sofro, e já os desvio com um sorriso nos lábios, com o coração pronto para perdoar e com a grata satisfação que a gratidão nos traz, pelo fato de ultrapassar os percalços sem retroceder, pois consegui entender que os maiores inimigos, aparentemente externos, são nossos, e estão intrinsicamente guardados dentro de nós; são sequelas das nossas escolhas, consequências do mau uso da nossa consciência, ou melhor, por não acreditar nela, por não entender que nela está o guia Divino, o anjo que nos permite empunhar a espada sem desferir o duro golpe, mas sim, a suave palavra, o resplandecente olhar e o significativo  sentimento que se concretiza materializando-se no perdão, nos enchendo com a emocionante sensação de paz.

Vivo hoje e, de braços abertos me abraço, aperto meu peito e agradeço por ter força de me manter distante dos que precisei perdoar, e conviver ao lado, ombro a ombro, com os que me perdoaram, porque estes são melhores do que eu, o que me faz continuar na luta para alcançá-los e fechar a meta, vivendo o meu mundo de paz, ainda que em volta se faça guerra.

MAURO  CRUZJuiz de Fora/MG

Revisor do JOMI - The International Journal of Oral & Maxillofacial  Implants, há 14 anos; DMD, MSc, PhD.

 

SEU LIVRO INFANTO-JUVENIL: O RIACHINHO.


 

Alunos do 3º e do 5º ano estudando o livro O Riachinho, na fachada da Escola do Município de Sereno, Distrito de Cataguases/MG, no dia 28.05. p.passado – podemos ver algumas pinturas das ilustrações da 1ª edição do livro. 

A Professora Raquel Marina Braga, grande incentivadora da cultura no local, realiza frequentes atividades com as crianças da comunidade, proporcionando experiências sensoriais com a Literatura.

Neste caso, em especial, pois a história do citado livro, do nosso nobre Confrade, foi criada e inspirada em um pequeno riacho que passa por aquele Distrito.

Na foto, a alegria das crianças em frente ao muro da referida Escola, mandando um abraço para o Autor.

 

NELSON RUBENS MENDES LORETTOGravatá / PE - Titular  - Professor Adjunto da FOP-UPE 1º Secretário da SBDE

 O  SENTIDO  DA  VIDA

O neuropsiquiatra austríaco e fundador da 3ª Escola Vienense de Psicoterapia, a Logoterapia e Análise Existencial, Viktor Emil Frankl, que viveu entre 1905 e 1997, em sua obra Em busca de sentido, descreve a experiência que o levou à descoberta da logoterapia.

Prisioneiro durante longo tempo em campos de concentração, onde seres humanos eram tratados de modo pior do que se fossem animais, ele se viu reduzido aos limites entre o ser e o não-ser.

O pai, a mãe, o irmão e a esposa de Viktor Frankl morreram em campos de concentração ou em crematórios, e exceto sua irmã, toda sua família morreu nos campos de concentração.

Como foi que ele - tendo perdido tudo o que era seu, com todos os seus valores destruídos, sofrendo de fome, do frio e da brutalidade, esperando a cada momento a sua exterminação final - conseguiu encarar a vida como algo que valia a pena preservar?

Essa é a pergunta que ronda muitas cabeças, diariamente, imersas em grandes dificuldades, portentosos problemas, admitindo, muitas vezes, que a vida perdeu o sentido.

Todos somos prisioneiros de nossas dificuldades, e como assevera o Dr. Frankl: - Na maioria dos prisioneiros, a preponderância dos instintos primitivos e a peremptória necessidade de se concentrar sobre a pura e simples preservação da vida constantemente ameaçada, suscitam uma depreciação radical de tudo aquilo que não serve a este interesse exclusivo. Assim se explica a ausência absoluta de sentimentos por parte do prisioneiro quando avalia os acontecimentos (Página 27).

Diante de qualquer problema, tem o homem 03 coisas a fazer: analisar a situação; medir suas forças e enfrentar ou resignar-se ante o problema.

Evidentemente que isso requer preparo, físico, psíquico e espiritual. Fiquemos, de pronto, com a dimensão espiritual.

A primeira investigação deve se dar no campo de nossa fé. Considero fé o instrumento que mede a distância entre o homem e Deus, analisando o resultado de forma inversamente proporcional – quanto maior a distância, menor a fé e vice-versa.

Detectada essa aproximação, como se comporta o homem diante de Deus? Cabisbaixo, submisso e envergonhado ou altivo, sereno e confiante?

Claro está que essa aproximação não é física, e se dá apenas por um mecanismo – o do cumprimento das Leis Divinas. Não há outra forma!

Agora pense: como vai sua coragem, paciência, entrega, determinação, aceitação, bondade, ética no trato com as pessoas e as coisas, honestidade de propósitos, e por aí vai...?

Aquilo que chamo de virtudes crísticas, se não estiverem plenamente sedimentadas e experienciadas diariamente, impedirão esse contato com a Divindade.

Se não forem os problemas e as dificuldades não sairemos do “canto”. Além de pedagógicos, são nossos maiores incentivadores.

Problemas? Todos temos! A questão é: como lidar com eles? Tal como o escultor retira do bloco de mármore a bela estatuária sob os golpes vigorosos do cinzel e do martelo, também Deus retira nossa melhor parte com os problemas que nos visitam.

Observe que o 1º elemento que devemos investigar em nossa capacidade de enfrentamento é a coragem. Coragem para enfrentar, para admitir o fracasso, para celebrar a vitória. Coragem na ida e na volta.

Lembremos a bela canção do Padre Marcelo Rossi: Se as tristezas desta vida quiserem te sufocar, Segura na mão de Deus e vai.   Como o super-homem, para o alto e avante!

Pense nisso!

REINALDO BRITO E DIAS – São Paulo/SP - Titular

Especialista em Prótese Buco-Maxilo-Facial

e Odontologia do Esporte.

Lattes: http://lattes.cnpq.br/2851261807336611

 

GRANDE PERDA DE MAXILA:

ORIENTAÇÃO PARA A REABILITAÇÃO

Os casos de grande perda da maxila, normalmente estão relacionados a mutilações patológicas, pelas oncocirurgias, e traumáticas como ferimento com armas de fogo, brancas, acidentes automobilísticos ou quedas.

São caracterizadas por grandes ablações ósseas que levam a ampla comunicação buco sinusal, rinofraríngea e até mesmo a cavidade orbital.

A reabilitação protética pode ocorrer em vários momentos. Se o paciente for acometido por um tumor, e antes de sua ressecção houver a oportunidade de confeccionar um dispositivo cirúrgico.

Esta recebe o nome de prótese cirúrgica ou imediata, tem a função de minimizar o tempo de internação, impacto psicológico da perda e melhor adaptação do paciente.

Seria o momento ideal para a primeira intervenção do Cirurgião-Dentista, especialista em Prótese Bucomaxilofacial, pois, se estabelece parceria entre a equipe multiprofissional atuante.

Traz ganhos ao paciente, como a proteção imediata pós- cirúrgica da cavidade e a possibilidade da aplicação de medicação.

Algumas semanas após a ressecção, com a evolução das condições do paciente, poderá ser confeccionada uma prótese provisória, que lhe possibilitará receber a prótese reparadora. Pode ter dentes ou não, se o paciente é dentado parcial, esta recebe grampos de retenção nos dentes remanescentes.

Sua função é aguardar a cicatrização completa da ferida cirúrgica, proteção da cavidade e estimulação psicológica do paciente.

Já a prótese reparadora para edentados segue todos os padrões estabelecidos para a confecção da prótese total convencional, destacando-se que a retenção deve ser conseguida por meio da área chapeável e da região intracavitária.

Se o paciente for parcialmente dentado os preceitos da prótese removível devem ser seguidos, observando também a área chapeável, a retenção intracavitária e o estudo das forças incidentes nos grampos de retenção para que os mesmos sejam corretamente planejados.

Atualmente, os implantes osseointegráveis são utilizados, quando possam ser indicados, trazendo um grande ganho à retenção dessas próteses.

A intervenção multidisciplinar e multiprofissional em pacientes acometidos de perdas maxilares deve sempre contar com a participação do Cirurgião-Dentista.

Esta atuação conjunta é determinante para reinseri-lo na sociedade e no próprio seio familiar, com a capacidade de se comunicar satisfatoriamente e se alimentar junto aos seus.

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PROGRAMA:  QUEM  SOMOS...

CONHECENDO  TITULARES  E  HONORÁRIOS:

Com a intenção de estreitar os laços que unem a Família SBDEana, realizamos uma série de entrevistas com Titulares e Honorários.  

- A Presidência e as três Vice-Presidências:

- Mauro Cruz - Juiz de Fora/MG https://youtu.be/BnZoXpnknh0

- José Dilson Vasconcelos de Menezes - Fortaleza/CE

https://youtu.be/bHKxTJDYII8 (Falecido)

- Paulo José Moraes da Silva - Maceió/AL https://youtu.be/jCHgY1Uvl8M

- Secretaria Geral: Fernando Luiz Tavares Vieira-Recife/PE

- 1ª Secretaria: Nelson Rubens Mendes Loretto-Gravatá/PE

- 2ª Secretaria: Irma Neuma Coutinho Ramos

João Pessoa/PB

https://youtu.be/F3A1sJpXxnw

- Tesouraria: José Henrique Gomes Gondim - Natal/RN

 -   José Thadeu Pinheiro - Camaragibe/PE.

 https://youtu.be/G21NHXn1lRQ

- 1ª Tesouraria: Anísio Lima da Silva

Campo Grande/MS

 https://youtu.be/6xyo96WqULI  

- Rogério  Dubosselard  Zimmermann – Titular  Recife/PE - Presidente da ABO/PE

  Atual Vice-Presidente da SBDE

https://youtu.be/POfK196E5cA

- Luiz Manoel de Freitas - Titular - Natal/RN  

-  Eduardo de Souza - Honorário - Rio Branco/AC

https://youtu.be/XaPomquAkEY

- Maria do Socorro Medeiros Santos – Titular  Natal/RN

https://youtu.be/1XkHmPHGeTY

 Todas as gravações foram no Estúdio:

Nós do RN, em Natal.  

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PARCERIAS DA S.B.D.E.

- A.B.B.A. - ACADEMIA BRASILEIRA

DE BELAS ARTES

Presidente: Dra. Vera Gonzalez – Rio de Janeiro/RJ

https://academiabrasileiradeartes.org.br

acadbrasbelasartrj@gmail.com 

Sede: Rua Capitão Barbosa, 568 - Loja B – Cocotá

Ilha do Governador – Rio de Janeiro/RJ  

021 4104-0856.   - 1º Salão Virtual: 

https://blogdearte.art/exposicoes-virtuais


- ACADEMIA  CAXAMBUENSE  DE  LETRAS

Presidente: Professor Leandro Alves – Caxambu/MG

https://academia-caxambuense-de-letras.webnode.com

 

- ACADEMIA NORTE-RIO-GRANDENSE DE ODONTOLOGIA

Presidente: Professora Hébel Cavalcanti Galvão  Natal/RN  - https://academiaodontorn.com.br 

 

- APAFIS/RN – ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS

DOS FISSURADOS DO RN

Presidente: Sr. Edivan de Oliveira Silva – Natal/RN

apafisrn@gmail.com  

 

- APDERN – ASSOCIAÇÃO DOS

PROTÉTICOS DENTÁRIOS DO RN

Presidente: Protético José Everaldo Soares - Natal/RN   everaldoprotetico@gmail.com

 

CRO/RN – CONSELHO REGIONAL DE ODONTOLOGIA

Presidente: Dra. Jane Suely de Melo Nóbrega

 crorn@crorn.org.br

 

- PROJETO REVIVER/RN

Superintendente Técnico:

Titular Dr. Luiz Manoel de Freitas  Natal/RN

https://projetoreviver2003.blogspot.com

 

- SPVA/RN - SOCIEDADE DOS POETAS

VIVOS E AFINS DO RN

Presidente: Professora Adélia Costa – Natal/RN

www.youtube.com/channel/UCe9AIBrnEPUQ0RARhDxepLw